Vez ou outra me pego escrevendo sobre amizade. Ainda sou crédula o suficiente pra acreditar nesse conto de fadas semi impossível de vivenciar hoje em dia. Cego a crer que o Papai Noel é mais possível de ver, que uma amizade sincera.
Amigo que é amigo tem um quê de pai, de irmão, de amparo, de bronca, de disciplina, de porto seguro. É estar próximo mesmo a mais de 3 mil e 800 kilômetros de distância geográfica. É saber aconselhar e ouvir, perceber e confortar, sentir e valorizar, ensinar e aprender, perdoar e ser perdoado.
Amizade é reciprocidade de verdade...
0 comentários:
Postar um comentário